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Campanha de doação OrCam: aluna cega ganha o seu

Campanha de doação OrCam: acompanhe a história de Maria Tebaldi

Maria Gabriela Tebaldi, que tem deficiência visual, vai iniciar este ano letivo com mais independência e inclusão graças à tecnologia!

A apucaranense Maria Gabriela Tebaldi, que tem deficiência visual, vai iniciar este ano letivo de maneira diferente. A menina de 12 anos recebeu um OrCam MyEye, graças às doações feitas em dezembro de 2018, através de uma campanha encabeçada pela direção do Colégio Estadual Polivalente, de Apucarana, Ela agora está se adaptando ao dispositivo, que promete auxiliar a garota nos estudos.

Saiba como surgiu a ideia de doação OrCam

A direção do Colégio Polivalente, onde Maria Gabriela estuda, resolveu criar uma campanha para levantar o dinheiro através de doações.

Maria, ainda não domina totalmente a linguagem braille, por isso, tem algumas dificuldades durante as aulas. A campanha visava comprar o OrCam, já que dispositivo conta com tecnologia para transformar textos em áudio e ajuda pessoas com deficiência visual a ter mais eficiência em suas atividades.

 

ACESSIBILIDADE NA REDE ESTADUAL
A rede estadual de Apucarana atende aproximadamente 680 alunos com algum tipo de deficiência, segundo dados do Núcleo Regional de Educação (NRE). Atualmente, são 34 salas de recursos tipo 1, que atendem estudantes com deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento e transtornos funcionais específicos como dislexia, discalculia e deficiência neuromotora. Além disso, a rede estadual do município também oferece uma sala de recursos multifuncionais na área da surdez e outra na área de deficiência visual.De acordo com a técnica pedagógica da educação especial do NRE, Silvana Delli Colli Morales, é essencial que os alunos com algum tipo de deficiência recebam este acompanhamento o mais cedo possível.

“Desde a descoberta da deficiência é interessante que a família já procure a sala de recursos. Lá o professor faz a estimulação essencial com esse aluno desde pequeno para que ele se desenvolva”, destaca.A técnica também explica que as salas de aula do ensino regular que tem algum aluno deficiente não possuem professores de apoio porque não existe legislação que garanta ou embase este tipo de atendimento.

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